Jeune Femme

Léonor Serraille

França201798 MinFrancês

Legendas: EN, DE, HU, PL, PT, RO, UA

Não disponível

Indisponível

Com este delicado retrato de uma mulher não conformista de 30 e poucos anos, a realizadora defende um cinema humano e hedonista, galardoado com o prémio Câmara de Ouro em Cannes.

- Les Inrockuptibles -

Jeune Femme

(Jeune Femme)

Falida, um gato nas mãos e portas que se fecham, umas atrás das outras, Paula está de volta a Paris após uma longa ausência. À medida que vai conhecendo várias pessoas no seu caminho, há apenas uma certeza de que não prescinde: está decidida a começar de novo — com muito estilo.

  • Cannes Film Festival 2017 - Caméra d’Or
  • Prémios César 2017 - Nomeado para Melhor Primeiro Filme
  • Com:  Laetitia Dosch, Souleymane Seye Ndiaye, Grégoire Monsaingeon
  • Produção:  Blue Monday Productions

Numa Paris atual, uma jovem de trinta e poucos anos sem ligação a nada de especial tenta reconstruir a sua vida através de novos encontros. Este retrato de uma mulher à beira de um esgotamento arrecadou o prémio Câmara de Ouro no Festival de Cinema de Cannes em 2017. Para a sua primeira longa-metragem, Léonor Séraille escolhe o caminho do novo realismo, o mais próximo e íntimo possível da sua heroína. Como verdadeira coautora do filme, a atriz Laetitia Dosch desempenha um papel marcante ao encarnar a personagem Paula, tão comovente como vulnerável e desorientada.

- Olivier Père, Diretor do ARTE France Cinéma -

Léonor Serraille

Léonor Serraille é uma argumentista e realizadora nascida em Lyon, França, em 1986. Depois de completar um MA em Literatura Comparativa na Nova Sorbonne, em Paris, estudou na La Fémis, a mais proeminente escola de cinema em França, e completou o curso de argumentista com distinção. JEUNE FEMME (2017), a sua primeira longa-metragem, foi exibida em Cannes, no qual ganhou a Câmara de Ouro.

Só me apercebi quando o filme estava cá fora que tinha criado uma personagem que é o total oposto da minha maneira de ser e da forma como olho para a vida e para as pessoas à minha volta. Sou muito mais introvertida, por isso, escrever o filme acabou por ser uma espécie de libertação.

Descarregue As nossas apps